Três PMs foram mortos nesta quarta no Rio

Quarta-feira de luto no Rio de Janeiro. Três policiais militares foram mortos no estado, só neste 21 de março. Durante a manhã, um agente foi baleado em um confronto na comunidade Gogó da Ema, em Belford Roxo. Em Cabo Frio, um policial foi atingido na cabeça à noite, enquanto estava de serviço, e não resistiu aos ferimentos. Na Rocinha, também durante a noite, outro PM foi baleado em um confronto. Só em 2018, 31 policiais militares já foram mortos no Rio.

O sargento Barros morreu durante confronto Favela Gogó da Ema, em Belford Roxo | Foto: Reprodução

O terceiro sargento Maurício Chagas Barros, de 37 anos, era lotado no 39ª BPM (Belford Roxo), e morreu durante um confronto na Favela do Gogó da Ema. Ele foi levado para a UPA de Bom Pastor, mas não resistiu. Barros estava na corporação há 16 anos.

O cabo Coelho foi morto ao tentar impedir um assalto em Cabo Frio | Foto: Reprodução

Luciano Batista Coelho estava em uma farmácia por volta das 19h, no Largo Santo Antônio, em Cabo Frio, quando ouviu gritos vindo de uma loja de eletrodomésticos. De acordo com a polícia, o cabo foi até o local e se deparou com um criminoso. Ele sacou sua arma, e três outros bandidos, que davam cobertura ao assalto, surpreenderam o policial. Ele lutou com os homens, mas foi atingido por um tiro. Os assaltantes fugiram e levaram a arma de Luciano. Em 2015, um acidente acabou causando a morte da filha de Luciano, de 11 meses. Ele estava limpando sua arma, quando o revólver disparou e atingiu a menina.

O militar Filipe Mesquita foi morto durante um confronto na Rocinha | Foto: Reprodução

Filipe Santos de Mesquita foi atingido no abdômen por quatro tiros durante um confronto na Rocinha, na noite desta quarta. Ele foi socorrido e levado para o Hospital municipal Miguel Couto, na Gávea, mas não resistiu aos ferimentos.

 

Outra vítima na Rocinha

Seu Marechal era morador da Rocinha, trabalhava como ambulante, e foi atingido durante o confronto | Foto: Reprodução

Um morador também foi morto durante o tiroteio. Antônio Ferreira da Silva, conhecido como “Seu marechal”, foi atingido quando estava na passarela que fica em frente à comunidade. De acordo com os moradores, ele vendia ferro-velho e consertava eletrodomésticos.

 

 

[Foto da Capa: Reprodução/Jornal O Dia] 


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