Trump reconhece Jerusalém como capital de Israel, beneficia cristãos e prejudica palestinos

Nesta quarta-feira (6), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel. Ele também ordenou a transferência da embaixada americana de Tel Aviv para Jerusalém. “Meu anúncio marca o começo de uma nova abordagem no conflito entre Israel e palestinos[…] Hoje reconhecemos o óbvio”, declarou Trump no início de seu discurso.  

A atitude do presidente causa grandes polêmicas no mundo político. Israel considera Jerusalém sua capital única. Já os palestinos lutam para que parte ocidental de Jerusalém se torne capital em seu futuro Estado. Por isso, líderes árabes e europeus contestaram a decisão, alegando ser motivo de futuras divergências entre os povos. Mediante aos apelos, Trump atestou que mantendo a mesma postura antiga, a região permaneceu em guerra até os dias de hoje.

Jerusalém é a cidade que abriga locais sagrados para judeus, cristãos e muçulmanos, portanto é de suma importância que sua posição como capital seja definida. A maioria da sociedade internacional, incluindo os EUA, opita por decidir o status da localidade através de negociações de paz.

O governo de Israel manteve-se firme em sua postura, afirmando que Jerusalém é a capital do povo judeu há 3.000 anos e a capital de Israel há 70 anos. E ainda estendeu o posicionamento à parte oriental e ocidental da cidade. Em contrapartida, a autoridade palestina defende o oriente como capital do Estado palestino vindouro, porém, a classe extremista dos palestinos, Hamas islamita, visa toda a cidade de Jerusalém como a capital deste futuro Estado.

 

 

[Foto: Divulgação] 


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