Hospital da Mãe corre risco de fechar as portas

A secretaria estadual de saúde (SES) cancelou o contrato com a Organização Social (OS) que administrava o Hospital da Mãe, em Mesquita.

A unidade, situada na avenida Dr. Carvalhais, nº 400, que é uma das mais procuradas da Baixada por ser a única referência em partos de alto risco na Região.

E, por questões de acordo politico, trabalhava sob a influência do ex-prefeito Gelsinho Guerreiro e sua mulher, a deputada Daniele.

Em janeiro e fevereiro o hospital prestou 10.376 atendimentos e fez 1.348 partos. Apesar da importância, corre o risco de fechar as portas por falta de recursos.

Consequentemente, pode deixar centenas de gestantes no maior perrengue.

O rompimento do contrato foi publicado no Diário Oficial do Estado (D.O.) na segunda-feira (02). A Os alega que o Estado deve mais de R$ 560 milhões.

A secretaria de saúde reage dizendo que, dentre outras coisas, a entidade recebia os repasses e não pagava aos funcionários. E, nesse bate-boca, são as mamães que pagam a conta?

 

UPA de Mesquita vai atender 15 mil pessoas

A população de Mesquita vai receber uma UPA 24 Horas novinha em folha, no lugar da sucateada Unidade Mista Mário Bento, no bairro de Jacutinga.

A unidade de terá equipamentos de ultima geração, 30 ambientes com triagem, salas vermelha (para pacientes graves) e amarela (para intermediários), sala de isolamento (para paciente com risco de contágio).

Com funcionamento 24 Horas, a UPA está equipada para atender 15 mil pessoas por mês.

E terá ainda setores de urgência e emergência, salas de odontologia, de assistência social e de medicamentos.

As obras estão em fase final de acabamento e o prefeito Jorge Miranda disse que vai marcar a data para entregar a unidade, em breve, à população.

 

E agora, Temer?

O ex-presidente Jânio Quadros, em 1961, disse que estava sendo perseguido por “forças terríveis”. Mais de meio século depois. O presidente Michel Temer diz que é perseguido “forças obscuras”.

Jango pensava que, com a renúncia, voltaria ao governo nos braços do povo. Não deu certo.

Temer supôs que a intervenção federal na segurança pública do Rio serviria de exemplo nacional e turbinaria sua reeleição. Mas a violência aumentou.

 

No Rio, não.

Em conversa com um figurão do jornal The York Times, A.G. Solzberger, em Darvos (Suiça), Temer explicou porque o correspondente do veículo deveria sair do Rio. “No Brasil é assim: a política é em Brasília e a economia é em São Paulo”.

 

O vôo do Meirelles

O ministro da fazenda, Henrique Meirelles, ficou de assinar a sua filiação no MDB nesta terça-feira (03). E, se tudo der certo, deixar o cargo na sexta-feira (06) para disputar a presidência da República.

O vice dele seria o empresário, milionário e evangélico, Flávio Rocha (PRB), dono da Riachuelo, membro da igreja Sara Nossa Terra, caso ela recue do sonho de disputar a presidência.

Candidato apoiado pelos jovens do Movimento Brasil Livre (MBL), o ex-deputado federal é membro de uma família rica, cuja fortuna, segundo a revista Forbes, chega a 1 bilhão e 300 milhões de dólares.

 

E o Brasil?

“Diante dos escândalos cotidianos, alguém que leu a Constituição pode revelar se o Brasil morre no final?” (carta de Márcio dos Santos Barbosa em O Globo). kkkkkk

 

Ricos roubam…

As ligações clandestinas de energia, conhecidas como “gatos”, sobrecarregam os transformadores da rede da Light e provocam interrupção.

Na linha de frente do roubo está a Zona Oeste, seguida da Norte, Rio e, por último, a Baixada Fluminense.

E para surpresa da delegada Marta Cavaliere, que investiga o caso, a cada 100 ligações, 57 tem problemas.

Ela descobre que a maioria dos “gatos” não está nas favelas ou comunidades e sim em mansões e condomínios de áreas nobres do Rio, como Barra da Tijuca e Zona Sul, além de empresas de grande e de médio porte.

 

… os pobres pagam

O roubo chega a 40% de toda energia fornecida e gera um prejuízo de R$ 850 milhões por mês. Isso, segundo a Light, gera um custo de 17% a mais na conta do consumidor legal.

Em 2014, quase 150 pessoas foram presas e enquadradas no artigo 155 (furto) do Código Penal e em 2015, apenas 65 pessoas. A pena pode chegar a oito anos de cadeia.

 

Waltinho na Coréia

Responsável pelo acompanhamento das obras púbicas em Mesquita, o vice-prefeito da Cidade, Waltinho Paixão, andou gastando sola de sapato no bairro da Coréia esta semana.

Conversou com moradores sobre o governo Jorge Miranda e levou para a localidade os serviços roçadeira e capina para executar limpeza no Rio Dona Eugênia.

Esta semana ele vai conversar com aliados políticos para decidir se aceita ser candidato nas próximas eleições. 


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