Lei Maria da Penha completa 11 anos com campanha para ajudar no combate à violência

Para comemorar os 11 anos da criação da Lei Maria da Penha, a Secretaria de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos, através da Subsecretaria de Políticas para Mulheres, lança hoje a campanha “Ele (a) dizia que me amava, mas…”, no terminal Alvorada, na Barra da Tijuca. O objetivo da ação e conscientizar a população sobre os casos de violência contra a mulher.

O evento contará com a exibição de vídeos educativos expondo os problemas e diferentes modos de violência que a mulher vem sofrendo na sociedade. A intenção do material é alertar a população em geral sobre os direitos e a proteção da lei.

A subsecretária de Políticas para Mulheres, Duva Lopes, comemorou a importância da lei e o marco de 11 anos em vigência. “A Lei Maria da Penha é um marco no combate à violência doméstica e familiar contra a mulher. Neste período, avançamos no entendimento da necessidade urgente de enfrentamento à violência doméstica e no reconhecimento das várias formas e faces que a violência de gênero se apresenta na vida cotidiana de várias mulheres. Estes 11 anos foram, também, um período de avaliação quanto à aplicabilidade da lei, além da necessidade de fortalecimento das políticas públicas nesta área”, afirmou.

Centros de atendimento no Rio e na Baixada

Mulheres vítimas da violência no Rio e na Baixada Fluminense contam com três centros de atendimento específicos para denunciar a situação. A Secretaria de Direitos Humanos e Políticas para Mulheres e Idosos oferece suporte através do Centro de Atendimento à Mulheres Vítimas da Violência, em Queimados e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense,  além do atendimento na capital.

No total, entre a primeira assistência e o retorno, em casos que a mulher precisa voltar ao centro por sofrer ameaça ou outro problema. Entre março e julho, foram registrados 1.268 atendimentos.

Novo site vai ao ar

Além da campanha, o Instituto Maria da Penha criou o Relógios da Violência, que mostra dados de quantas mulheres sofrem cinco tipos de violência por segundo. Por isso, a partir de meia noite de hoje, entrará no ar o site www.relogiosdaviolencia.com.br , contabilizando às horas e os números de casos.

Para divulgação, basta o usuário acessar o site, escolher um relógio da aplicação e compartilhar, junto com a campanha #TáNaHoraDeParar , para a criação e conhecimento da rede de pessoas que compartilharam alguma informação usando a hashtag. 


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